terça-feira, 9 de outubro de 2012

The Beginning Of The End Cap. 5



– AAAAAAAAAAAA. – Gritei e cai do outro lado da cama. Ele apareceu com a cabeça lá e começou a rir.
– Porque você sempre cai quando eu estou perto? – ele perguntou.
– Vai ver que é porque eu me assusto com a sua feiura. – disse me sentando ao lado dele na cama.
– Não. Minha teoria é de que, você me ama tanto, que fica ate boba com a minha beleza estonteante.
– Te fode Bieber... Oque tu quer?
– É que o pessoal ligou e pararam para comer em algum lugar.
– E oque que eu tenho haver com isso? Nada. Agora saia do meu quarto, eu ficaria agradecida. – disse indo ao banheiro passar uma água no rosto.
– Só se você disser que aceita. – Ele disse me fazendo olhar para o lado e me deparar com ele encostado na porta.
– Que aceito oque? – disse olhando confusa para Justin.
– É que... Bom... Chaz, Ryan e Melanie foram comprar roupas e umas coisas, as empregadas estão de folga e eu não sei cozinhar. – ele disse.
– E...? Ah tá, entendi, tu quer vá que eu jantar fora com você. Acertei? - ele deu um sorriso de canto concordando.
– Está bem, eu vou. Mas e só porque eu to com fome e não to afim de cozinhar!
– Então é isso. Eu vou me arrumar. Em meia hora saímos. – ele disse e saiu do quarto.
Enlouqueci. Meia hora pra me arrumar. Vai ser impossível, mas vou tentar. Corri ate o guarda roupas e escolhi uma roupa e um sapato e coloquei encima da cama. Fui para o banheiro e me despi jogando as roupas e a sapatilha no cesto de roupas sujas. Entrei embaixo da água, ensaboei o corpo e lavei os cabelos. Sai, me vesti, calcei os saltos e fui arrumar meu cabelo depois fiz um make.
Desci e encontrei Justin sentado no sofá vendo um jogo, chamei sua atenção e o mesmo sorriu assentindo que eu estava linda e eu agradeci e logo depois fomos para o carro.
– Então... Aonde vamos? – perguntei fitando o ser ao meu lado com os olhos grudados na estrada.
– Valentino. Um restaurante Italiano aqui perto. – ele disse me fitando de canto e continuando a prestar atenção ao caminho. – Gosta de comida Italiana? – continuou.
– Gosto. – Eu disse e a partir daí o silencio reinou. Quando chegamos me surpreendi com a decoração. Lugar calmo e musica clássica ao fundo. Justin me levou ate nossa mesa e fez questão mate de puxar a cadeira para mim. Logo chegou um garçom se apresentando e nos entregando o Cardápio.
– Nos traga duas Bresaola e uma garrafa do melhor champanhe que vocês tem.– Justin disse me fazendo torcer o nariz.
– Ai não Justiiiin. – fiz voz de criança.
– Ai não oque Anna?
– Eu não quero comer carne crua com uns negócios esquisitos encima pra enfeitar. Não quero. – disse fazendo biquinho.
– Esta bem. Oque você quer então?
– Eu vou querer uma porção de Mozzarelline Fritte . – eu disse ao garçom que apenas assentiu e saiu anotando os pedidos. Notei que Justin me olhava com uma cara esquisita.
– Que foi? – perguntei fitando as unhas sem o menor interesse.
– É que se fosse pra pedir isso eu te levava em uma lanchonete e voe poderia falar Kobe em vez de ficar complicando no Italiano. – ele disse me fazendo bufar e olhar para o lado. Reparei em um casal brigando e mostrei para Justin. O homem ameaçava matar a mulher se ela contasse não sei oque para não sei quem. Fiquei abismada, todos olhavam, mas ninguém fazia nada, mas por fim os seguranças chegaram e os tiraram de la.
Logo chegaram nossos pedidos. Comemos brincando e conversando. Justin pagou a conta sem me deixar pagar ao menos oque eu comi. Logo fomos esperar o cara pegar o carro.

ATENÇÃO: INTERROMPEMOS O CAPITULO PARA RECOMENDAR A LEITURA DE UMA FANTASTICA FIC
CONTINUAÇÃO DO CAPITULO.

O silencio reinava na volta. Nenhum de nós havia dito sequer uma palavra desde a saída do restaurante, ate eu perceber que aquele não era o caminho de volta para a casa.
– Justin, aonde esta me levando? – perguntei um pouco tensa. Ele deu gargalhada fraca e me olhou por uma fração de segundos.
– Pode ficar calma, eu não sou um Serial Killer. – ele disse e mais uma vez nos deixamos cair no silencio. Ao fim chegamos a uma praia. Justin fez questão de abrir a porta para mim, apenas sorri e agradeci. Começamos a caminhar enquanto eu sorria á admirar estrelas no céu, ouvindo o barulho das ondas quebrando.
Eu havia tirado o salto e Justin o levava nas mãos os balançando para frente e para trás. Olhei para o chão e me lembrei da vez que levei Lance para a praia ele queria catar todas as conchas que via pela frente. Sorri por lembrar que aquele dia foi um dos que ele mais sorriu. Deixei uma lagrima solitária cair, mas querendo ganhar companheiras. Olhei para cima na tentativa de não chorar, mas foi em vão, a cada milésimo de segundo uma lagrima escorria. Percebi que Justin me olhava com pena e ao mesmo tempo curiosidade. Nós paramos um em frente ao outro.
– Não chora. – Justin disse segurando em minhas mãos. Tentei formular uma frase em minha mente mais não deu. Ao abrir a boca, só vieram mais e mais lagrimas. Acho que pelo momento eu estava meio carente de alguém que me entendesse e acabei o abraçando com todas as forças que eu tinha. Abracei com esperanças de ficar ali, envolvida por seus braços quentes e fortes, pela noite inteira. Grudei – me mais a ele, se é que era possível.
– Ok, pode chorar. Bota pra fora pequena. – ele disse e foi oque eu fiz. Chorei... chorei ate não ter mais forças para chorar.

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