sábado, 10 de novembro de 2012

Thinking Bout You Cap. 3


No caminho, varias musicas passavam. Mas não cantei, pois passavam alguns RAP's esquisitos e que nunca tinha ouvido na minha vida.
Chegamos em frente à casa de Mia e me esqueci que não tinha a chave. Olhei para Justin.
– Que foi? Nunca viu não é? – ele perguntou rude abrindo a porta para sair. Só uma palavra: BIPOLAR.
– Como vamos entrar lá dentro? Não tenho a chave. – Falei saindo do carro e colocando as mãos na cintura em frente a ele que passou a olhar meus seios e minhas pernas desnudas pela saia. Bufei e sai andando ate a porta, me encostei-me à parede ao lado enquanto ele vinha na mesma direção. Sem ao menos me deixar piscar ele simplesmente foi seguindo ate os fundos da casa. Apenas o segui e quando cheguei lá ele quebrava a janela que dava direto a cozinha. Ele pulou lá dentro e me puxou. Acabei cortando o braço nos cacos de vidro mais ele não deu muita importância.
Saiu me puxando ate o andar de cima e me perguntou em qual das 5 portas era o quarto dela. Apontei a porta e ele me puxou em direção a ela.
– Pega as coisas e procura uma mala para coloca-las. – ele disse se encostando na parede, cruzando os braços e me observando fazer oque ele tinha me mandado.Esse olhar de tarado dele sobre mim já esta me incomodando.
Guardei roupas, sapatos, acessórios, escova e etc em algumas malas que achei em baixo da cama. Saímos e voltamos para a casa que só agora eu pude reparar o quanto enorme era.
Ele estacionou o carro e chamou alguns caras que começaram a me segurar e levar pra dentro enquanto eu me debatia freneticamente. Abriram a porta do mesmo quarto que eu estava antes e me jogaram lá. Logo depois o garoto entrou lá com minhas malas, as jogou em qualquer canto e se jogou na cama com as mãos atrás da cabeça fitando o teto. Eu estava encolhida em um canto. MEDO.
– Estou tão cansado. Oque você acha de me relaxar um pouco? – ele perguntou fazendo uma cara de safado, mordendo os lábios e logo em seguida sorrindo de lado.
– R-re-laxar? M-as como? – perguntei confusa me encolhendo ainda mais em um canto.
– Ah qual é. Não se faça de santa. Eu sei que desde que você me viu lá na loja você esta louquinha para foder comigo. – ele disse se levantando da cama e vindo ate mim me prensando mais contra a parede.
– Eu não sou assim... - eu disse prendendo o choro na garganta.
– Isso é oque todas dizem. – ele disse logo depois tentando me beijar. Abaixei-me e passei por debaixo de seus braços que estavam escorados na parede. Ele veio atrás de mim. Subi na cama e na hora que ia pular do outro lado ele puxou meus pés me fazendo cair na mesma.
Ele me virou de frente e se deitou em cima de mim. Debati-me, mas foi inútil já que ele era bem mais forte que eu e segurava meus pulsos que logo começaram a doer de tanta força que ele colocava. A primeira de muitas outras lagrimas que estavam por vir escorreu.
– Me solta, por favor. Eu juro que não conto a ninguém que foi você que praticamente assaltou a loja. – eu disse já com a voz falha. Quase em um sussurro.
– Te soltar e deixar de me divertir? Haha nem morto. – ele disse irônico e logo depois começou a beijar meu pescoço. Devagar ele foi subindo ate meu rosto e por fim tentou me beijar mais eu desviei e ele acabou beijando minha bochecha.
Ele virou meu rosto bruscamente com a mão e me beijou. Tentei tirar lhe de cima de mim mais não consegui. Ele pediu passagem com a língua mais eu relutei. Por fim acabei cedendo, eu não ia conseguir mesmo me livrar dele.
Entre o beijo pude o sentir tirando sua própria blusa e logo depois tirando meu vestido me deixando apenas de calcinha e sutiã. Não sei da onde arranjei força para tira lo de cima de mim só sei que o derrubei de lado na cama. Levantei me e olhei rapidamente para ele e foi possível perceber sua excitação. Abri a primeira porta que vi. Era o banheiro. Tranquei o me mantendo lá dentro e pude ouvir Justin chutando a porta.
– ABRE ESSA PORTA AGORA SUA PUTA. – Ele gritava visivelmente alterado. – VADIA, NA HORA EM QUE EU TE PEGAR VOCÊ VAI SE ARREPENDER DE TER NASCIDO. – Ele ainda gritava do lado de fora em quanto eu estava sentada com as costas escoradas na parede e lagrimas escorriam incessavelmente por meu rosto. Ele ainda chutava a porta. Derrepente o silencio reinou. Levantei minha cabeça que antes estava apoiada em minhas mãos e encostei a mesma na porta na esperança de ouvir algo. Derrepente ouço um disparo. Abaixei-me na mesma hora em que aporta se abriu. Ele tinha atirado na maçaneta. FUDEU, EU VOU MORRER!
Ele me apontou a arma na cabeça.
– MAS QUE PORRA VOCÊ TAVA QUERENDO FAZER? QUER CONHECER A MORTE PESSOALMENTE? DA PROXIMA VEZ VOCÊ FAZ TUDO QUE EU ANDAR ME ENTENDEU CARALHO?? ANH? ME RESPONDE MERDA EU TE FIZ UMA PERGUNTA SUA ARROM BADA. – Ele gritou me deixando mais desesperada ainda. Ele ainda apontava a arma em minha cabeça.
– Eu não.. Eu não queria eu... Me deixa ir por favor?! Eu não fiz nada a você. Porque você ta fazendo isso comigo? Eu num... Ai meu deus eu to passando mal. Eu vou desmaiar. – eu comecei a me sentir mal.
– Ah qual é... – Antes dele poder de terminar a frase eu cai em seus braços e tudo escureceu.

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