sábado, 10 de novembro de 2012

Nowhere But Up Cap. 2



Acordara aborrecida aquela manhã, ela não sabia oque era só sabia que tinha alguma coisa que estava incomodando. Eram apenas oito da manhã, mas ela já estava bem acostumada a acordar cedo, bem mais cedo que isso. Ficou de pé, tomou um banho, vestiu uma blusa apertada preta com desenhos na frente e colocou um short jeans, all star, pegou seu celular e desceu para tomar café. Encontrou em cima da bancada um bilhete de sua mãe dizendo que havia saído para a feira com Brittany. Bufou... Marie quase sempre que saia com Brittany não levava Kayla junto. Kayla em particular, achava que era porque ela não era filha de sangue e sim de consideração. Às vezes chegava a achar que isso era besteira, mas se não fosse por isso por que seria?


“VIDA DE MERDA” – Gritou ela em pensamento enquanto pegava apenas uma maçã e saiu batendo a porta de casa com raiva. Andou um pouco e notou que as ruas estavam mais vazias que o normal, com certeza os moradores estariam na mesma feira que Marie e Brittany, já que é só uma vez por mês e hoje era dia. Andou ate o píer ficando bem na ponta dele, olhava o seu reflexo na água. Ela sabia como era uma menina muito bonita e que por sinal, era desejada por quase todos os garotos da cidade, já que, alem de beleza, tinha um corpo que daria inveja a qualquer um.


Olhou para o céu, vendo as gaivotas voarem enquanto faziam aquele som estridente que ela era acostumada desde quando nasceu. Ela sentia seus cabelos voarem para trás por conta do vento do litoral. Sentou se na ponta do píer, tirou seu all star e encostou com delicadeza a ponta dos dedos na água fazendo com que um choque percorresse seu corpo devido à temperatura baixa e assim fazendo com que seus pés entrassem de uma vez na água para se acostumarem com a água gélida e límpida daquela pequena cidade no caribe. Ficou agitando vagarosamente os pés na água e pensando na vida. Típico de Kayla. Ouviu alguém chamar por seu nome. Na verdade aquilo soou mais como uma pergunta.


– Kayla?! – era como se a pessoa estivesse surpresa. E Sim, ela reconheceria essa voz mesmo que se passassem mil anos, apesar de estar mais grossa, continuava com o mesmo tom suave só que agora um pouco sexy e mais roca que antes. Era ele, estava lá depois de um ano longe. Ela voltou seu olhar pro nada a espera que, aquilo fosse só sua imaginação. Chamou a mais uma vez e dessa vez ela estava a ouvir seus passos se aproximando. Levantou-se e virou para trás, assim quando o viu um nó se formou em sua garganta instantaneamente. Era ele, apesar de ter cortado os cabelos, ficado mais alto e mais musculoso, era ele. Não dava pra discutir, agora ela tinha certeza. Deu dois passos para frente mais hesitou e parou um pouco.


–E-eu tinha que... Que... É... – ele tentava dizer algo mais a voz dele não saia. Era um misto de sentimentos revê-la depois de um ano. Ela continuava a mesma só que agora apresentava curvas mais provocantes e um piercing no nariz. Fora isso estava como sempre, sua pele branca e lisa, seus cabelos loiros bem claros e lisos quase ate a cintura, as bochechas rosadas sem precisarem de algum tipo de pó e seus olhos, quase como a cor daquelas águas do caribe. Azuis como duas esmeraldas. Ele a olhava com um meio sorriso e ela o olhava com seriedade, mais que por trás escondia a tristeza que ela estava e reprimia a vontade que ela tinha de chorar. Queria xingar ele, bater nele, afogar ele, mas de nada adiantaria, não mudaria oque já foi feito e ela sabia disso: que qualquer coisa que ela fizesse não mudaria o passado.


– OQUE VOCÊ QUER AQUI? – Ela gritou com ele... Ele se assustou, pois, desde crianças ele nunca havia a ouvido gritar com ele. Ela estava a ponto de soltar as lagrimas que segurava desde o primeiro segundo que o virá. Ele hesitou mais respondeu com claridade na voz.


– Eu... Precisava te ver... – ele disse a ela. Ela apenas balançou a cabeça em sinal de negação. Começou a chorar. Não podia acreditar no que ele disse. Não depois de ele a ter deixado.


– COMO PRECISAVA ME VER SE FOI VOCÊ MESMO QUE ME ABANDONOU? – Não, para ele, ela não era a mesma Kayla de antes, a sua Kayla... Doce, meiga, sincera, romântica...

– VOCÊ NÃO ENTENDE MESMO NÃO É? EU TE DEIXEI PRA SALVAR SUA VIDA... TE AJUDAR A TER UM FUTURO. VOCÊ ACHA MESMO QUE EU TE DEIXARIA POR ESCOLHA MINHA DEPOIS DE TANTAS PROMESSAS QUE EU FIZ A VOCÊ JURANDO NÃO TE DEIXAR? – Ele gritou a ela que começou a chorar mais ainda.


– COMO ASSIM SALVAR A MINHA VIDA E ME AJUDAR A TER UM FUTURO? – ela perguntou. – Justin, você acha mesmo que alguém pode ter um futuro com uma ferida dessas no coração? Como você mesmo disse... Você fez varias promessas a mim me prometendo que nunca iria me deixar e foi exatamente oque você fez! Se você tivesse me explicado o porquê eu ate te entenderia. E vou te entender aqui agora se você quiser me dizer por que me deixou... – ela disse chegando mais perto dele e ficando frente a frente, a encarar aquela imensidão caramelada que ela amava. Os olhos dele eram a coisa mais linda com aquele castanho mel.


– Me desculpa?! Eu... Eu queria poder te falar. Se eu pudesse voltar no tempo eu voltava e daria um jeito de mudar o destino para que nada disso tivesse acontecido. Eu ainda te amo princesa, mas você tem que entender que não foi uma escolha minha. Se fosse, eu te levaria junto comigo mais não foi. Por favor, me desculpa? Eu não... – ele parou de falar e fechou os olhos com força. Fazendo com que assim escorressem as lagrimas que ele estava também segurando.


– Tudo bem... Eu também te amo, nunca deixei de te amar. Você não sabe o quanto esse tempo todo sem você foi difícil para mim. Era como se a cada dia que se passasse sem você a saudade levava um pedaço da minha alma. – ela disse encostando sua testa na dele. As respirações já se confundiam, os dois necessitavam do beijo um do outro. Ele tomou a iniciativa, foi um beijo calmo e doce mais ao mesmo tempo com necessidade.

Nowhere But Up Cap. 1



“Será que tudo o que eu fiz não valeu de nada? Toda a minha dedicação, todo o meu esforço agora não vale mais nada? Fiz tudo o que fiz por você pra na primeira oportunidade você virar as costas e ir embora? Eu só queria que você ao menos se despedisse, mas não você foi embora sem ao menos um adeus, e isso ta fazendo doer muito, uma dor que parece que não vai passar uma dor agonizante e por mais doloroso que isso tudo seja eu guardo pra mim, eu só queria ver você voltar e dizer:
– Calma pequena, vai ficar tudo bem eu estou com você”

E era assim que ela tinha que se levantar todas as manhas, já não tinha pais, pois estes a abandonaram com a mãe de sua melhor amiga quando ela tinha apenas 5 anos e nada podia entender. Quando ficou mais velha ela apenas podia pensar que a abandonaram porque ela era um fardo. Por que mais haveria de ser?
Oh, Pobre Kayla, mal podia imaginar o real motivo pelo qual seus pais a deixaram, e ainda tinha mais essa, seu namorado, fora seu amigo desde a infância, mas a um ano atrás a deixara sem ao menos se despedir. Sim, a menina sofria ate hoje por isso, para ela não tinha explicação. Agora as únicas pessoas que lhe restavam era sua mãe de criação e sua melhor amiga.
Na frente de todos ela fingia estar bem mais só sua amiga sabia pelo que ela passava, já virara rotina para a garota sair por ai mostrando um sorriso que não lhe pertencia. Mas, apesar de tudo ela tentava ser forte para que Marie não se preocupasse com a filha que apesar de não ser de sangue era como se fosse.
Agora estava ali sentada a mesa rindo das piadas de Larry, o novo namorado de Marie e conversando com as tres pessoas que tinha certeza que nunca a deixariam. Pobre Brittany que pensava que aquela gargalhada era a de sua amiga Kayla que ela não tinha a honra de ouvir a muito tempo. Ate Kayla acreditava que estava feliz mais ela sabia que não era assim. Bem lá no fundo ela só queria subir para seu quarto pegar a lamina e fazer de si mesmo um fantoche para, pelo menos assim, por um instante, míseros segundos ou como você preferir chamar, ela parar de se preocupar com a dor interna e se preocupar com a dor externa.Depois do jantar, Larry decidiu levar todas as três mulheres que agora se auto denominavam donas de sua vida para a sorveteria.
No caminho, Kayla foi grudada em Brittany. As duas estavam um pouco a frente de Larry e Marie, haviam decidido deixar os dois conversar, coisa de todo casal por ai.
Brittany não calava a boca em um momento sequer, hora falava sobre musicas, hora falava sobre moda e assim foi ate irem embora, durante essas uma hora, Kayla só se pronunciara algumas poucas vezes.
Chegando em casa fora direto ao banheiro fazer como sempre fazia. Depois fora tentar dormir mais de novo o fantasma dele estava a espreita em sua mente e as possibilidades de o porque de ele a ter deixado. Talvez fosse algo urgente... Não, pensar que não era um fardo, pra Kayla era um crime. Ela sabia que era, ou bom, pelo menos era isso que parecia.e foi assim, perdida em pensamentos que ela adormeceu.

Nowhere But Up SINOPSE + CAPA





Ele me deixou. Eu não sabia o que tinha feito de errado. Pareciamos felizes e então como se uma alma de trevas tivesse passado por minha vida e o tivesse levado. Mas a verdade é que ele tinha cansado de mim. Ele tinha ido embora mas agora ele estava aqui.
Todas as emoções que ele tinha despertado em mim estavam de volta. As borboletas no estomago, as mãos suadas, a gagueira, a taquicardia. Tudo por ele. Tudo por aquele sorriso maravilhoso e aqueles... Ah! Aqueles olhares que pareciam que viam minha alma.
Daria tudo a ele e mesmo tendo ele sumido da minha vida por um ano Assim mesmo eu o aceitei, afinal de contas quando se ama o perdão é apenas questão de palavras. Pois nunca poderia viver sem ele. Percebi que ele me escondia coisas mas nada importaria no final das contas se ele me amasse. Porque nada neste mundo iria nos separar.

"Mas meu coração, vai ser pra sempre seu
O que o corpo faz a alma perdoa
"

Thinking Bout You Cap. 4


Justin POV
Desci as escadas com dificuldade, segurava Dominique em meus braços. Ela estava só de calcinha e sutiã. Lá em baixo encontrei Ryan sentado na bancada comendo sei lá o que... Típico dele. Disse a ele para ele chamar o Dr. Mendez, ao ver Dominique em meus braços ele não questionou e nem se quer disse um A, apenas fez o que eu mandei. Fui ate a sala e a joguei no sofá. Enquanto o medico não chegava me encostei junto a bancada da cozinha e comecei a comer um sanduiche que achei lá. Acredito que seja o que Ryan estava comendo, de qualquer jeito, nem ligo. Uns 10 minutos depois a porra do medico chega. Fui ate a sala pra ver o que ele diria. Ele a examinou guardou seus instrumentos, anotou algo, virou se para mim e disse:
– Bom Mr. Bieber parece que não é nada grave, acredito que seja só uma desidratação e falta de alimentação. – ao ouvi – ló dizer isso, lembrei-me que ela estava sem comer desde as nove da manha e consequentemente eram sete da noite agora, mas não dei o braço a torcer.
– Blá. Blá, blá... É só isso? Bom você já pode ir agora. Vou cuidar dela direitinho. – disse o empurrando porta a fora. Voltei ate o sofá observei um pouco aquela criatura morena a minha frente, só ai pude reparar um pouco mais nela. Cabelo negro com algumas mechas castanhas pele levemente morena e com algumas marcas de biquíni, se eram naturais eu não sei, só sei que era linda. Chamei dois dos caras e ordenei a eles que a levassem para um quarto de hospedes e que dissesse á alguma das empregadas da casa que lhe preparasse algo bem saudável e algo para ela beber alem de água. Dito isso fui para o escritório, abri a gaveta, peguei o pacote em que se encontrava minha perdição, o que me faz relaxar, despejei na mesa em fileiras de 5, enrolei um pequeno papel e cheirei, cheirei ate sentir minhas narinas arderem. Mais uma vez aquela sensação tão ótima invadia minha mente. Isso era ótimo.
Dominique POV
Acordei agora em um quarto diferente. Observei um pouco o lugar que ate era bonito, senti meu estômago roncar. Olhei para o lado e percebi uma mulher sentada em uma poltrona com uma bandeja com comida em seu colo. Ótimo, é tortura produção?
A mulher percebendo que eu acordei, levantou se, pediu para eu me sentar na cama de modo que ela pusesse a bandeja em meu colo. Assim o fiz e ela me disse que eu poderia comer e pediu licença para se retirar.
– Espera.. Fica por favor?! Eu preciso de alguém comigo aqui para me esclarecer um pouco as coisas. – disse a ela que me lançou um olhar duvidoso.
– Mas e o Mr. Bieber? Se ele descobrir que te dei alguma informação ele ira arrancar minha cabeça fora. – ela disse com um pouco de medo na voz.
– Ninguém irá saber. Agora por favor, sente-se e me diga, pra onde levaram minha amiga?
– Okay – ela disse se rendendo, suspirou e sentou se na poltrona – Bom, eu o vi mandar levarem uma garota que, eu não sei se era essa tal de amiga sua, para a casa de um amigo dele no Caribe, que eu acho que queria casar e não arrumava ninguém. E depois mandou levarem algumas roupas delas que ele foi buscar com você senhora.
– Não me chame de senhora, é Dominique para você...?
– Lorrayne. (OBS.: Lê-se: Lorreyne) – ela disse.
– Lorrayne. Bom, conte-me mais. O que ele irá fazer comigo? O que vai ser de mim?
– Bom, o Mr.Bieber está sempre sequestrando uma mulher nova aqui. Ele faz dela um brinquedo sexual á qual ele fica usando um tempo e quando enjoa, ou a põe para trabalhar nas ruas , em uma de suas casa ou a mata.
– E você...
– Sim, sim, eu fui uma delas. Mas no meu caso eu fui ingênua, eu me apaixonei por ele, e me entreguei a esse ser satânico por livre e espontânea vontade. Mas depois me arrependi. – ela disse olhando para cima. Acredito que, tentando segurar as lagrimas por lembrar-se disso. Entrei em choque e fiquei estática com o copo de suco na mão.
Então é isso que ele irá fazer de mim? Um brinquedo? Limpei uma lagrima que insistiu em cair sem minha permissão e entreguei a bandeja a ela. Já tinha terminado de comer. Agradeci a ela pelas informações e disse que ela era uma ótima pessoa. Ela disse a mim que eu podia contar com ela. Só assenti. Perguntei também a ela se ela podia trazer-me roupas limpas que estavam em minhas malas e uma toalha. Ela assentiu e foi buscar. Mais uma vez agradeci a ela e me tranquei no banheiro.
Despi-me e deixei aquela água morna cair sobre meu corpo me deixando mais livre daquela tensão. Fiquei um bom tempo lá, acredito que uns 40 minutos ou mais. Sai e vesti algo que não fosse tão vulgar, algo confortável. Sequei os cabelos com a toalha e a dependurei em um suporte no banheiro. Me joguei na cama e sem mais nada a fazer adormeci.

Thinking Bout You Cap. 3


No caminho, varias musicas passavam. Mas não cantei, pois passavam alguns RAP's esquisitos e que nunca tinha ouvido na minha vida.
Chegamos em frente à casa de Mia e me esqueci que não tinha a chave. Olhei para Justin.
– Que foi? Nunca viu não é? – ele perguntou rude abrindo a porta para sair. Só uma palavra: BIPOLAR.
– Como vamos entrar lá dentro? Não tenho a chave. – Falei saindo do carro e colocando as mãos na cintura em frente a ele que passou a olhar meus seios e minhas pernas desnudas pela saia. Bufei e sai andando ate a porta, me encostei-me à parede ao lado enquanto ele vinha na mesma direção. Sem ao menos me deixar piscar ele simplesmente foi seguindo ate os fundos da casa. Apenas o segui e quando cheguei lá ele quebrava a janela que dava direto a cozinha. Ele pulou lá dentro e me puxou. Acabei cortando o braço nos cacos de vidro mais ele não deu muita importância.
Saiu me puxando ate o andar de cima e me perguntou em qual das 5 portas era o quarto dela. Apontei a porta e ele me puxou em direção a ela.
– Pega as coisas e procura uma mala para coloca-las. – ele disse se encostando na parede, cruzando os braços e me observando fazer oque ele tinha me mandado.Esse olhar de tarado dele sobre mim já esta me incomodando.
Guardei roupas, sapatos, acessórios, escova e etc em algumas malas que achei em baixo da cama. Saímos e voltamos para a casa que só agora eu pude reparar o quanto enorme era.
Ele estacionou o carro e chamou alguns caras que começaram a me segurar e levar pra dentro enquanto eu me debatia freneticamente. Abriram a porta do mesmo quarto que eu estava antes e me jogaram lá. Logo depois o garoto entrou lá com minhas malas, as jogou em qualquer canto e se jogou na cama com as mãos atrás da cabeça fitando o teto. Eu estava encolhida em um canto. MEDO.
– Estou tão cansado. Oque você acha de me relaxar um pouco? – ele perguntou fazendo uma cara de safado, mordendo os lábios e logo em seguida sorrindo de lado.
– R-re-laxar? M-as como? – perguntei confusa me encolhendo ainda mais em um canto.
– Ah qual é. Não se faça de santa. Eu sei que desde que você me viu lá na loja você esta louquinha para foder comigo. – ele disse se levantando da cama e vindo ate mim me prensando mais contra a parede.
– Eu não sou assim... - eu disse prendendo o choro na garganta.
– Isso é oque todas dizem. – ele disse logo depois tentando me beijar. Abaixei-me e passei por debaixo de seus braços que estavam escorados na parede. Ele veio atrás de mim. Subi na cama e na hora que ia pular do outro lado ele puxou meus pés me fazendo cair na mesma.
Ele me virou de frente e se deitou em cima de mim. Debati-me, mas foi inútil já que ele era bem mais forte que eu e segurava meus pulsos que logo começaram a doer de tanta força que ele colocava. A primeira de muitas outras lagrimas que estavam por vir escorreu.
– Me solta, por favor. Eu juro que não conto a ninguém que foi você que praticamente assaltou a loja. – eu disse já com a voz falha. Quase em um sussurro.
– Te soltar e deixar de me divertir? Haha nem morto. – ele disse irônico e logo depois começou a beijar meu pescoço. Devagar ele foi subindo ate meu rosto e por fim tentou me beijar mais eu desviei e ele acabou beijando minha bochecha.
Ele virou meu rosto bruscamente com a mão e me beijou. Tentei tirar lhe de cima de mim mais não consegui. Ele pediu passagem com a língua mais eu relutei. Por fim acabei cedendo, eu não ia conseguir mesmo me livrar dele.
Entre o beijo pude o sentir tirando sua própria blusa e logo depois tirando meu vestido me deixando apenas de calcinha e sutiã. Não sei da onde arranjei força para tira lo de cima de mim só sei que o derrubei de lado na cama. Levantei me e olhei rapidamente para ele e foi possível perceber sua excitação. Abri a primeira porta que vi. Era o banheiro. Tranquei o me mantendo lá dentro e pude ouvir Justin chutando a porta.
– ABRE ESSA PORTA AGORA SUA PUTA. – Ele gritava visivelmente alterado. – VADIA, NA HORA EM QUE EU TE PEGAR VOCÊ VAI SE ARREPENDER DE TER NASCIDO. – Ele ainda gritava do lado de fora em quanto eu estava sentada com as costas escoradas na parede e lagrimas escorriam incessavelmente por meu rosto. Ele ainda chutava a porta. Derrepente o silencio reinou. Levantei minha cabeça que antes estava apoiada em minhas mãos e encostei a mesma na porta na esperança de ouvir algo. Derrepente ouço um disparo. Abaixei-me na mesma hora em que aporta se abriu. Ele tinha atirado na maçaneta. FUDEU, EU VOU MORRER!
Ele me apontou a arma na cabeça.
– MAS QUE PORRA VOCÊ TAVA QUERENDO FAZER? QUER CONHECER A MORTE PESSOALMENTE? DA PROXIMA VEZ VOCÊ FAZ TUDO QUE EU ANDAR ME ENTENDEU CARALHO?? ANH? ME RESPONDE MERDA EU TE FIZ UMA PERGUNTA SUA ARROM BADA. – Ele gritou me deixando mais desesperada ainda. Ele ainda apontava a arma em minha cabeça.
– Eu não.. Eu não queria eu... Me deixa ir por favor?! Eu não fiz nada a você. Porque você ta fazendo isso comigo? Eu num... Ai meu deus eu to passando mal. Eu vou desmaiar. – eu comecei a me sentir mal.
– Ah qual é... – Antes dele poder de terminar a frase eu cai em seus braços e tudo escureceu.

Thinking Bout You Cap. 2



Passei as mãos pelo cabelo e depois as levei ao rosto limpando as lagrimas, pois cheguei à conclusão de que chorar não me levaria a lugar algum. Levantei-me e fui ate a janela do quarto que estava aberta. Olhei mas era muito alto para pular ate lá embaixo. Bom, é melhor morrer tentando do que morrer sem ter tentado. Na hora em que ia subir na janela para tentar escalar a parede ate lá embaixo (ia encarnar o Jackie Chan problem?) senti braços me puxando e me jogando na cama.    
Era o garoto dos olhos de mel. Ele trancou a janela e veio ate mim me jogando uma roupa que digamos... Era de... Vadia.

– Vamos, vista isso. Você não pode sair com esse uniforme – ele disse com uma cara de dar medo.
Eu nada disse só fiquei a encara lo. Sua cara de mal por trás escondia uma expressão triste eu sentia isso. Seus olhos, por mais que fossem hipnotizadores, tinha uma vaga expressão de vazio. 
Ele também passou a me olhar nos olhos. Pelo olhar que ele tinha parecia querer que eu entendesse algo.
Depois de longos segundos nos encarando ele balançou a cabeça como se estivesse tentando negar algo.
– Você não me ouviu? Daqui a cinco minutos, quando eu voltar quero você vestida. – ele disse e saiu do quarto.
Dei-me por vencida, afinal ele pode me matar. Vesti aquilo e infelizmente mostrava metade da barriga e dava para ver meu piercing tentei não ligar muito para isso. Soltei meus cabelos que ainda estavam presos por um coque frouxo. Logo depois o menino entrou no quarto.
– Vamos à sua casa. Você vai fazer as malas, mas não precisa pegar muitas coisas não e... Ah você sabe onde é a casa de sua colega? Sabe aquela de olhos azuis... – ele disse com as mãos nos bolsos e dando um sorriso de lado como se não soubesse direito oque estava fazendo.
Assenti que sabia sim e ele pegou meu braço e saiu me levando ate um tipo de garagem, mas era muito mais que isso, imagine um pátio cheio de carros luxuosos... Conseguiu? Você chegou lá.
Ele entrou em um Audi R8... Minha boca se formou em um perfeito O aquele sim é o carro dos sonhos. Entrei também e dei a ele o endereço de minha casa. No caminho estava tudo silencioso ate que começou a tocar Beyonce – Crazy In Love. Não pude resistir e comecei a cantar junto.

Uh oh, uh oh, uh oh, oh no no
Uh oh, uh oh, uh oh, oh no no
Uh oh, uh oh, uh oh, oh no no
Uh oh, uh oh, uh oh, oh no no
I look and stare so deep in your eyes,
I touch on you more and more every time,
When you leave I'm begging you not to go,
Call your name two or three times in a row,
Such a funny thing for me to try to explain,
How I'm feeling and my pride is the one to blame.
'Cuz I know I don't understand,
Just how your love your doing no one else can
Got me looking so crazy right now, your love's
Got me looking so crazy right now (in love)
Got me looking so crazy right now, your touch
Got me looking so crazy right now (your touch)
Got me hoping you'll page me right now, your kiss
Got me hoping you'll save me right now
Looking so crazy in love's,
Got me looking, got me looking so crazy in love
Uh oh, uh oh, uh oh, oh no no
Uh oh, uh oh, uh oh, oh no no
Uh oh, uh oh, uh oh, oh no no
Uh oh, uh oh, uh oh, oh no no
When I talk to my friends so quietly,
Who he think he is? Look at what you did to me,
Tennis shoes, don't even need to buy a new dress,
If you ain't there ain't nobody else to impress,
The way that you know what I thought I knew,
It's the beat my heart skips when I'm with you,
But I still don't understand,
Just how the love your doing no one else can
Got me looking so crazy right now, your love's
Got me looking so crazy right now (oh crazy)
Got me looking so crazy right now, your touch (you're in love)
Got me looking so crazy right now (love!)
Got me hoping you'll page me right now, your kiss (hey!)
Got me hoping you'll save me right now
Looking so crazy in love's, (hey)
Got me looking, got me looking so crazy in love.
I'm Looking so crazy in love's,
Got me looking, got me looking so crazy in love.
Check it, let's go
Young Hov y'all know when the flow is loco,
Young B and the R-O-C, uh oh, (oh)
Ol' G, big homie, the one and only,
Stick bony, but the pocket is fat like Tony, Soprano, (oh no)
The ROC handle like Van Axel,
I shake phoneys man, You can't get next to,
The genuine article I go I do not sing though,
I sling though, If anything I bling yo,
Parte do Jay-Z não cantei. Esperei a parte da Beyonce de novo e aproveitei para recupera o fôlego.
Got me looking, so crazy, my baby
I'm not myself, lately I'm foolish, I don't do this,
I've been playing myself, baby I don't care
'Cuz your love's got the best of me,
And baby you're making a fool of me,
You got me sprung and I don't care who sees,
'Cuz baby you got me, you got me, so crazy baby
HEY!
Got me looking so crazy right now, your love's (oh love)
Got me looking so crazy right now (lookin' crazy)
Got me looking so crazy right now, your touch
Got me looking so crazy right now
Got me hoping you'll page me right now, your kiss (baby)
Got me hoping you'll save me right now (baby)
Looking so crazy in love's, (whoa!)
Got me looking, got me looking so crazy in love. (whoa!)
Got me looking so crazy right now, your love's
Got me looking so crazy right now (your love)
Got me looking so crazy right now, your touch
Got me looking so crazy right now (your touch)
Got me hoping you'll page me right now, your kiss
Got me hoping you'll save me right now
Looking so crazy in love's,
Got me looking, got me looking so crazy in love.
Na hora em que a musica acabou soltei um leve gritinho e me dei conta de que o garoto me olhava.
– Você canta muito bem. Qual seu nome? – ele me perguntou ainda olhando para frente.
– Dominique Ayller.
– Dominique, nome bonito. Me chamo Justin Bieber. – na hora em que ele disse o nome percebi que não me era estranho.
Deixei para lá. Chegamos a minha casa. Entrei e por incrível que pareça o convidei para entrar.
– Ahn, se importa se eu tomar banho? – perguntei meio envergonhada e com medo.
– Sim, mas só não demore. – ele disse indo para a cozinha e abrindo a geladeira. Folgado.
Subi as escada, fiz quatro malas, uma de sapatos, duas de roupa e uma de sapatos.Tomei banho, me vesti, desci com as malas mas detalhe: quase desci rolando. Ele veio pegar as malas comigo.
Voltamos para o carro. Agora iriamos até a casa de Mia.
Por falar nela como sera que ela esta?

Thinking Bout You Cap. 1


São 06:40 AM, mais um dia começando. Levantei-me da cama em um pulo, fui ate o banheiro fiz minhas higienes, tomei um banho, sai vesti um lingerie e por cima um robbie.
Desci, comi uma tigela de cereal, tomei um copo de suco de laranja, subi de novo, vesti uma roupa e penteei o cabelo, escovei os dentes, peguei minha bolsa a coloquei no ombro, peguei meu celular e finalmente sai de casa.
Caminhei vagarosamente ate o ponto de ônibus me sentei no banco e fiquei mexendo no celular esperando o ônibus chegar.

Cheguei ao Starbucks e assim que passei pela porta de serviço nos fundos vejo um vulto de cabelo preto correndo em minha direção, não deu tempo nem de desviar e para minha alegria eu beijei o chão e meu celular aproveitou o momento pra praticar queda livre.
Me levantei, peguei meu celular do chão recoloquei a minha bolsa no ombro e olhei para a pessoa a minha frente: Mia que tinha um sorriso maior que o rosto estampado nos lábios.
Mia já estava trabalhando aqui quando eu entrei. Já faz três anos desde então. Ela é meio doida mais é minha melhor amiga.
– Porque você fez isso Mia? Meu celular podia ter quebrado e eu podia ter me machucado sabia? Você não pensa não é? Sinceramente, eu não te entendo. – eu disse indo colocar o uniforme, guardando minhas coisas no armário e logo depois fazendo um coque frouxo no cabelo. Fui para trás do balcão e peguei minha caderneta de anotar os pedidos e quando me virei para trás, Mia estava lá e ainda com aquele sorriso em seu rosto. Isso já ta me irritando.
– Ai que foi garota? Oque aconteceu?
– Você já viu quem tá ali na mesa sete? – ela me perguntou em resposta a minha pergunta apontando para a mesa que ficava de frente ao vidro que tinha a visão de lá de fora.
Eu olhei e adivinha quem ta lá? O Taylor Gostosão Ft. Lautner... (N/A:Gente, pra lembrar, essa é uma fic sobre o Justin e não sobre Taylor Lautner okay? Ele vai sair da historia daqui a pouco.)
– Alguém já o atendeu? – perguntei agora com o mesmo sorriso que Mia.
– Eu estava indo lá ago... – nem esperei ela terminar de falar e sai andando em direção a mesa em que ele estava.
– Olá, gostaria de fazer seu pedido agora ou ainda vai decidir? – perguntei dando um sorriso ou pelo menos tentando tirar aquele sorriso de louca de meu rosto.
– Ahn, eu vou querer só um cappuccino duplo. – ele falou com uma voz doce e dando um lindo sorriso.
– Okay só isso? Ér eu vou... Desculpa, eu sei que não deveria pedir isso no meu horário de trabalho mais você poderia me dar um autografo? Na verdade dois, um pra mim e um pra minha amiga que é uma grande fã sua?
– Ahn é claro que sim é só você...
– Aqui as folhas e a caneta. – eu disse dando a ele duas folhas de minha caderneta e minha caneta. Com certeza eu não deixo mais ninguém encostar nela. Ele autografou as duas folhas e me entregou.
– Obrigado e já trarei seu cappuccino. – ele deu um sorriso assentindo e eu sai andando em direção a cozinha entregar o pedido e logo em seguida fui para perto do balcão esperar Mia que atendia um cliente. Ele era alto, magro mais nem tanto, tinha alguns músculos, seus olhos eram castanho mel e seu cabelo era castanho.Ele devia ser importante pois tinham dois caras em volta de sua mesa como se fossem os seguranças dele... Seu olhar se encontrará com o meu diversas vezes quando eu o olhava. Parecia ate que estava me vigiando. Mia terminou de atende-lo e vinha em minha direção. Olhei mais uma vez para ele e logo depois Mia chegou.
– Você não me deixou atender o Tay né? Foi sacanagem isso. Você sabe que eu amo ele. – ela disse batendo o pé fazendo beiço e carinha de choro.
– Mas olha o que eu consegui pra você... – disse pegando uma das folhas que o Tay tinha autografado e balançando em frente ao seu rosto, enquanto ela acompanhava com o olhar cada movimento da folha com os olhos abertos e a boca em um perfeito “O”. Por um momento eu pensei que ele ia gritar, derrepente ouço o barulho de tiros. Mia se abaixou no chão e foi para debaixo do balcão enquanto eu fiquei pálida, deixei as folhas, a caderneta e a caneta que estavam em minhas mãos cair. Era possível ouvir as pessoas gritando e correndo de um lado para o outro. Ate que uma voz rouca e sexy grita:
– TODO MUNDO PARA FORA. De menos você. – Alguém sussurrou a ultima parte em meu ouvido e senti braços me envolvendo por trás. Um arrepio percorreu meu corpo. Virei-me de frente a pessoa. Era aquele tal cliente que Mia tinha atendido. Na hora em que abri a boca para falar algo ele apontou-me uma arma na cabeça o que me deixou paralisada. Pude ver por cima de seus ombros as pessoas sendo expulsas da loja pelos dois caras que cercavam a mesa do menino.
– Ei, garota, você ai embaixo do balcão, acha que eu não estou te vendo não é? Já mandei sair da loja. – o ouvi dizer provavelmente para Mia, me virei para ela já com os olhos marejados, ele ainda estava a apontar a arma para minha cabeça. Mia não se movia, só olhava fixamente em meus olhos, provavelmente estava em choque. Eu tentei dizer algo, mais minha voz não saia.
– CARALHO GAROTA, EU JÁ DISSE PRA SAIR! QUAL É O SEU PROBLEMA? QUER MORRER É? – Ele gritou com ela, eu fiquei desesperada. Ela não se mexeu. PORQUE ELA NÃO SE MEXEU? Ela precisa sair. E se ele matar ela? AI MEU DEUS. NÃO DEIXA QUE NADA ACONTEÇA COM A ÚNICA PESSOA QUE SE IMPORTA COMIGO, A ÚNICA PESSOA QUE EU TENHO.
– Joey, vem cá tirar essa vadia daqui debaixo. Eu não vou desperdiçar um rostinho desses. Leve ela com você no carro. Lá decidirei oque fazer com ela. Agora dessa aqui eu cuido. – Ele disse me arrastando para fora e me jogando no porta malas de um carro. Antes de fechar o porta malas ele me olhou e disse
– Bom, eu resolverei o problema de você não precisar ficar gritando e estragar suas lindas cordas vocais. – ele disse irônico tirando um paninho do bolso. Colocou o no meu nariz, começou a me sufocar, me debatia mais era inútil, ele era mais forte que eu. Eu já deixava cair todas às lagrimas que eu segurava. O cheiro era forte e invadia meu nariz, meus olhos foram pesando, fui perdendo os sentidos, ate tudo escurecer.
Justin P.O. V
Estava no Starbucks para comprar um café para mim. Uma garota ate que gostosa estava me atendendo. Enquanto ela anotava o pedido, eu olhei para o balcão. Tinha uma garota lá, e não era qualquer uma, ela era perfeita e que corpo era aquele. Seus cabelos sedosos estavam presos em um coque frouxo. E aquele uniforme apertado me fazia ter pensamentos com ela. Ela também estava a me olhar. A garota terminou de me atender e seguiu para a cozinha e depois voltando para conversar com a garota do balcão. A que me atendeu começou a bater o pé com os braços cruzados, fez beicinho e carinha de choro. A outra pegou um papel e começou a balançar na frente dela e há... Ela vai ser minha e ainda hoje.
– Brian, chega aqui. – Brian chegou perto de mim e eu falei oque iria fazer e oque ele e Joey deveriam fazer. Ele apenas concordou e foi onde tudo começou...
Depois de render a loja, levei a para fora e a joguei no porta malas do carro e a fiz desmaiar ou, caso contrario, teria sérios problemas se eu passasse perto de um carro de policia e eles ouvissem os gritos dela no porta malas. Sai cantando pneus com Kenny e Joey atrás de mim. Ate que cheguei em casa. Logo que estacionei o carro na frente de casaMegan veio correndo ate mim se pendurando no meu pescoço.
– Bebe onde estava hein? Passou a noite fora, eu estava preocupada. – ela disse logo após dando uma mordidinha no meu queixo. Soltei-me dela e fui ate o porta malas.
– Megan, agora não. Entra logo e não me faça perder a paciência. – Eu disse pegando a garota ainda desmaiada nos braços.
– Oque? Mas, mas quem é essa ai? – Megan perguntou com as mãos na cintura parada na minha frente impedindo minha passagem.
– Eu disse para entrar Megan. Nos conversamos depois. – eu disse desviando dela e entrando. Não havia ninguém na sala. Subi as escadas ate meu quarto e coloquei a garota em minha cama. Ela parecia tão frágil ali. Resolvi tomar um banho.
Dominique P.O. V
Acordei, e percebi que estava deitada em uma cama, levei uma de minhas mãos a cabeça. Estava doendo muito. Ainda com a mão na cabeça, observei o lugar. Percebi o barulho de chuveiro logo após sendo desligado. O garoto da loja saiu de lá só com uma toalha na cintura. Oh Lord, que corpo é esse e espera um pouco... Se ele ta só de toalha na minha frente e eu to em um quarto eu fui sequestrada?
Oh My God... O garoto se virou para mim e me viu com olhando para ele. Fitei seus olhos de um castanho mel hipnotizador.
Ele me olhou nos olhos. Em seguida caminhou ate o closet e se trancou lá dentro. Saiu de lá, já vestido. Saiu do quarto e fechou a porta sem dizer um a ou ao menos olhar para mim. Levantei-me da cama e fui ate a porta, tentei abrir a mesma mais como eu já esperava estava trancada. E não estava acreditando nisso.Encostei me na porta e sentei me no chão. Lagrimas começavam a cair. Eu nunca imaginei que uma coisa dessas fosse acontecer comigo. E a mia? Como ela deve estar? Ela só tem 15 anos. É como uma irmã mais nova pra mim. É isso? É esse o destino que Deus tinha planejado para mim? Tão difícil de acreditar ou muito menos imaginar oque ira acontecer.
Este é O Inicio Do Fim para mim.